sábado, 21 de julho de 2012

Frutos do Espírito Santo Iº 21/07/2012







O Espírito Santo nos guia para as alturas de Deus, para que possamos viver já nesta terra a semente da vida divina que está em nós.”

O fruto do Espírito são perfeições que o Espírito Santo forma em nós como primícias da glória eterna. A Igreja enumera: "caridade, alegria, paz, paciência, afabilidade, bondade, fidelidade, brandura, temperança.” (Gl 5,22-23

CARIDADE

Refere-se ao interesse e a busca do bem maior de outra pessoa, sem nada querer em troca. Em (Rm 5,5) "E a esperança não engana, porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado". Também em (Ef 5,2) “Progredi na caridade, segundo o exemplo de Cristo, que nos amou e por nós se entregou a Deus como oferenda e sacrifício de agradável odor.” Ainda em (Cl 3,14) “Mas, acima de tudo, revesti-vos da caridade, que é o vínculo da perfeição."
O Apóstolo S. Paulo traçou um quadro incomparável da caridade: "A caridade é paciente, a caridade é prestativa, não é invejosa, não se ostenta, não se incha de orgulho. Nada faz de inconveniente, não procura o seu próprio interesse, não se irrita, não guarda rancor. Não se alegra com a injustiça, mas se regozija com a verdade. Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta" (l Cor 13,4-7).
"A caridade nunca acabará. As profecias cessarão, as línguas também cessarão e a ciência findará. Por ora subsistem estas três: a fé, a esperança e a caridade, mas a maior delas é a caridade." (1 Cor 13, 8.13)

Alegria

É exuberância e sensação de bem-estar. É termos uma canção dentro de nós. A Sagrada Escritura nos exorta frequentemente a cantar. Os cristãos cheios do Espírito Santo sempre irrompem em exclamações de alegria. Seja alegre porque o reino de Deus está em sua vida. A alegria é estarmos eternamente felizes causada por todas as experiências de amor em Jesus. A profunda alegria da vida vem de amarmos e sermos amados. “Amar a Jesus e ser amado por ele é fonte de toda a alegria.”

PAZ

É o primeiro fruto do Espírito Santo que notamos em nós, é a consequência lógica de nosso relacionamento com Deus. Ela faz parte de nossa vida quando temos a certeza que estamos realizando a Vontade de Deus. Foi a herança que Jesus ressuscitado deixou para nós (Jo 14, 27: “Deixo-vos a paz”).
Para o homem comum só é possível conhecer a paz na ausência de guerra. Mas a verdadeira paz é possível, ainda que o homem esteja cercado de inimigos, pois ela se origina em Deus, e está firmada pela declaração de vitória de Cristo: “No mundo tereis aflições... Coragem! eu venci o mundo.” (Jo. 16:33)
Os inimigos não representam ameaça real para quem está em segurança. Ter a paz não é estar passivo, mas confiante. Quem tem a paz está sempre tranquilo, conhece a sua força; não precisa andar armado nem construir um muro ao seu redor para autodefesa. A paz permite que o homem não se torne suscetível, medroso.
Quem tem a paz não faz inimigos, não anda irado, e é tranquilizador, estando sempre preparado para as adversidades e até mesmo para ser odiado.”
Jesus diz: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo dá. Não se perturbe nem se intimide o vosso coração (Jo 14,27).
“A paz que vem de Cristo é algo totalmente distinto. É a paz em nossos corações que vem da plenitude de nossa vida com Deus. A paz vem da aceitação primária do amor de Jesus. A paz é fruto do amor que Jesus tem por nós.”
Não fostes vós que me escolhestes, mas eu vos escolhi e vos constitui para que vades e produzais fruto, e o vosso fruto permaneça" (Jo 15,16). Esse fruto será tanto mais abundante e saboroso quanto mais docilmente o ramo se deixar podar e limpar pelo Vinhateiro Divino (Jesus), aceitando generosamente os pedidos que Ele nos fizer.

Fonte: Texto – Catecismo da Igreja Católica, Bíblia, Comunidade Cristã e Adoração (J. Lange – A. Cushing)

Imagem – Arquivo particular e Google






Pesquisa - Graziela


Continua no próximo sábado

Nenhum comentário:

Postar um comentário